Fernando Macedo

Como podemos construir uma sociedade mais justa?

Fazendo o que é certo, cumprido com papel de ser cidadão. A educação é a principal ferramenta dessa construção, ela é transformadora, seja a diferença que você quer no mundo, não cometa o erro de achar que política não funciona, só falta as pessoas certas utilizando dela! Bacharel em Administração de empresas, CEO do movimento Salve Maria Farinha; Ciclista do Movimento global COPBIKERIDE; Cursos: Advocacy para a Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável – ACTBR; Ciência e Tecnologia – FGV; Sociologia – FGV; Fundamentos teóricos para elaboração do plano diretor em arborização urbana – SBAU; Projetos de infraverde: cidade e paisagem- SBAU; De Olho na qualidade: 5S – SEBRAE; Projeto Tempo de Cuidar: resultados preliminares - MPPE por meio de sua Escola Superior, com o apoio do CAO Meio Ambiente; Programa Adaptajuv: Advocacy, Adaptação e Juventudes pelo Clima - Greenpeace Brasil em parceria com o Instituto Clima de Eleição; Políticas Públicas e Desafios Nacionais – RenovaBR e Comunitas; Projetos liderados: Ação de Arte Rua dos artistas; Oficinas de plaquinhas educativas; Ações de limpeza de praias, manguezais e restingas; viveiro de mudas de manguezal, restinga e mata atlântica para ações de reflorestamento de áreas degradadas. Contribuições públicas: Título honorífico de voto de Aplausos pelos serviços relevantes realizados no município de Paulista – câmara de vereadores Cidade de Paulista-PE; Diploma de Menção Honrosa às pessoas e entidades que defendem o meio ambiente e a sustentabilidade e orgulham a cidade do Recife – câmara de vereadores da cidade do Recife. Certificado de participação no projeto especial vozes periféricas e narrativas populares na oficina de sustentabilidade na comunicação realizada em parceria entre UNESCO e a secretaria de comunicação social da presidência da república.

Acompanhe minhas ações.

Fernando,

O ativista ambiental:

O meio ambiente é pauta urgente! A luta pela preservação ambiental é minha principal bandeira desde a criação do Salve Maria Farinha em 2020, onde meu foco foi pensar em como valorizar e manter o ecossistema marinho costeiro da cidade, bem como seus mangues e matas incluindo as pessoas. Pois muitas pessoas tiram seu sustento da natureza e portanto é necessário garantir que essa fonte de renda das comunidades sejam preservadas cuidadosamente. Além de crer que preservar o meio ambiente seja importante para o futuro, acredito que é importante para o agora, pois ele pode ser fonte de lazer e de renda por meio de um ecoturismo que valorize nossa natureza para pessoas de dentro e de fora da cidade gerando economia.

Fernando

E o turismo Sustentável

O Turismo é uma das atividades econômicas que mais soma ao PIB do estado de PE e em Paulista é necessário uma reconstrução cuidadosa nessa matriz econômica. Desenvolver atividades turísticas de maneira responsável pode ser o diferencial para fazer Paulista ser o principal polo de desenvolvimento do litoral Norte de maneira diferenciada e sustentável. por esse motivo também tenho o Ecoturismo como uma de minhas principais bandeiras. Esse tipo de atividade se dá no contato com ambientes naturais, pela realização de atividades que possam proporcionar experiências e lazer enquanto valorizam o meio ambiente e a preservação. Acredito que o ecoturismo seja a chave para um futuro onde a comunidade local se desenvolve não apenas a cerca de empregos que lhes garantam o sustento, mas com acesso a renda e a possibilidade de integração dessa cadeia econômica enquanto se integra a luta por uma natureza saudável por perceber que sua plena e digna existência depende dela.

Fernando,

O ativista Social e a mobilidade:

Paulista tem um sério problema de deslocamento, onde muitas vezes os moradores tem dificuldade de sair do bairro que moram e chegar até o centro devido as opções de transporte serem limitadas., mas pior que isso é a circulação dentro do próprio bairro que muita vezes é comprometida. Nos bairros do litoral a falta de saneamento básico compromete a mobilidade das pessoas, em muitas ruas não existe sistema de pavimentação e drenagem nem manutenção de capinação e limpeza e isso dificulta a circulação das pessoas que as vezes tem que aumentar o percurso para chegar no seu destino. Outro problema da mobilidade que é evidente é em relação ao plano de gerenciamento costeiro que define a cada 250 metros ruas de acesso a praia e ao mar sendo esse não cumprido em benefício de interesses privados de pequenos grupos de privilegiados. Isso interfere na mobilidade tendo em alguns trechos a distancia de 1,5 Km entre um acesso e outro. Defendo a criação de políticas de mobilidade inteligentes, baseadas em estudos sobre como os cidadãos se deslocam e que resulte em opções diversas de deslocamentos. Um exemplo seria garantir a integração de ciclo-faixas como prevista em lei federal sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a Lei 14.729, de 2023, que incentiva a prática do ciclismo e promove a integração de modais no transporte urbano. A norma altera a Lei 10.257, de 2001, que estabelece diretrizes gerais da política urbana. isso garantirá que os ciclistas da cidade possam ir e vir de maneira segura, bem como a regularização do transporte alternativo para que esses possam aceitar o VEM como meio de pagamento, e também a criação de linhas de ônibus que respondam a demanda e os trajetos das pessoas como ao exemplo de quem mora nos bairros de Nossa Senhora do Ó e Maria Farinha e parte de Pau Amarelo não terem linhas que passem no bairro do Derby, que representa o Pólo médico de nosso estado e tem também quem mora próximo a ponte do Janga que não tem linhas diretas para o centro da cidade de Paulista, tem que gastar duas conduções para se deslocar de um bairro ao centro do próprio município.

Fernando,

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